terça-feira, 18 de junho de 2013

TECNOLOGIA NA A GASTRONOMIA


Ainda há quem resista, mas é fato que a tecnologia se tornou parte de nossas vidas, trazendo rapidez e agilidade. E na gastronomia não foi diferente, hoje temos diversos recursos na cozinha, ajudando a realizar inúmeros procedimentos e a criar novos métodos e técnicas.
E esta semana, o blog Caldeirão Gastronômico irá apresentar alguns equipamentos utilizados no que chamamos de gastronomia molecular.


1 – Circulador de Água por imersão: Servem para cozinhar alimentos a vácuo.














    2 – Autoclave: Para fazer sopas e molhos. 








3 – Evaporador Rotativo: É um instrumento que permite uma destilação em vácuo e a baixas temperaturas. Permite a destilação de qualquer tipo de produto (líquido ou sólido) desde que úmido, capturando os aromas e essências. As aplicações dos aromas extraídos são inúmeras, desde reduções sem oxidação à impregnação de alimentos com sabores pouco usuais


4- Baldes de nitrogênio líquido: o nitrogênio congela, solidifica, cristaliza. Ele é uma das opções para se fazer as espumas e para incrementar aromaticamente os pratos.


Através desses e outros equipamentos é possível à mudança de texturas, aromas e sabores, o que é o grande diferencial. Na cozinha molecular se busca o novo, o inusitado, e o que já existe, não os interessa. Comer transformou-se numa atividade em que seu principal objetivo já não é mais a saciedade e sim uma experiência de prazer, que envolve os cinco sentidos. Neste novo conceito de cozinha temos como principal chef o espanhol Ferran Adrià, que além de bons ingredientes e técnica utiliza a tecnologia para desenvolver seus pratos, trazendo uma experiência única a quem os degusta. Há quem não goste da sua cozinha, mas é inevitável dizer que ele desenvolveu infinitamente a imaginação, contribuindo para desinibir paladares.

                                 Até a próxima! 


CREPEE .... HUMMM UMA DELICIOSA SUGESTÃO!!

Escolhemos uma receita milenar para postarmos, é uma sobremesa ou um prato salgado que podemos encontrar de diversas maneiras em nossa cidade (feiras, mercados, shopping, restaurantes) em deliciosas formas, vamos entender um pouquinho de sua história e aproveitar e fazer uma ficha técnica para por em prática em seu estabelecimento.
A primeira receita de crepe que se tem notícia foi encontrada na França, por volta de 1390 em um livro chamado “Manger de Paris” (“Comida Parisiense”). O autor explica como fazer crepes com farinha de trigo integral, ovos, água, sal e vinho. Eram cozidos numa mistura de banha de porco e manteiga e polvilhadas com açúcar antes de serem servidos.

O segredo de um bom crepe começa pela massa, que deve ser fina e suave. Para obter um crepe mais suave, deixe a massa de repouso depois de preparada, por 30 minutos. Em seguida, bata mais um pouco e prepare os crepes. Neste período o glúten da farinha de trigo se “abranda” e assim a massa dá um melhor resultado. Se ficarem grumos na preparação da massa do crepe, passe-a por uma peneira. Evite usar o liquidificador no preparo da massa.